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Sou a Jussara Baptista Saade, publicitária e muito curiosa... A paixão por fazer arte impressa começou algum tempo depois de formada e cresceu muito com a chegada da minha primeira filha Mariana, que me apresentou um universo infantil, colorido, divertido e cheio de oportunidades. Com isso em mente, criei a Tulip, que nasceu para fazer papelaria e lembrancinhas personalizadas, além de convites para festas.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Estudando para ser empregado

As vezes é preciso mais do que bagagem acadêmica e talento para ter sucesso e ser feliz nesta vida...
Costumo dizer que passei ótimos anos na faculdade, onde conheci pessoas incríveis com as quais dividi momentos muito especiais e divertidos. Tudo isso foi muito bacana e contribuiu significativamente para construir a pessoa que me tornei, mas não chegou nem perto de ser suficiente para me ajudar a "chegar lá". Aliás, nunca ouvi nada parecido na faculdade, entidade perfeita para formar bons empregados.
Estou escrevendo sobre isso porque hoje, uma colega de trabalho muito talentosa e criativa, resolveu criar coragem para deixar a carreira corporativa para alçar voos mais altos. Para isso, ela contou com altas doses de confiança e atitude. Foram estas características que a diferenciaram de todas as outras pessoas talentosas, que as vezes passam a vida toda procurando ou simplesmente esperando a oportunidade certa para buscar a "carreira solo".
Se a faculdade forma bons empregados, quem forma os empregadores??? Onde se ensina a ser empreendedor e a ter coragem??? Como lidar com os medos e as dúvidas??? Como fazer para não hesitar diante de uma grande oportunidade???
Certamente existe mais a se aprender fora dos prédios das universidades...

terça-feira, 15 de março de 2011

A Família Saade

Antes de começar a escrever, quero deixar bem claro que esta história foi criada pela pequena e muito criativa escritora, Mariana Saade.

Era uma vez, a Jussara e a Mariana e o Marcos foram passear e deixaram o Artur com a Selma. De repente, a Selma deixou a porta aberta e a Vovó Ivanilde foi buscar o Artur e a Selma foi ao banheiro e deixou a porta aberta. De repente, a vovó Ivanilde pegou o Artur e foi embora, sem avisar.

Quando a Selma saiu do banheiro, ver o Artur no berço e quando ela olhou no berço, ela viu que o Artur não estava mais lá. Ligou para a Jussara e o Marcos e também a Mariana e a Selma avisou que o Artur não estava mais lá. Daí, a Jussara, o Marcos e a Mariana, sairam correndo o mais rápido possível que puderam para correr. Quando eles chegaram em casa, eles falaram para a Selma que o Artur não estava mais lá. Eles falaram que só pode ser brincadeira! Foram olhar no berço e o Artur não estava mais lá e daí, ligaram para a Ivanilde e a Ivanilde atendeu o telefone. A Jussara falou se ela pegou o Artur e ela falou que ela pegou o Artur. A Jussara perguntou por que ela entrou na casa sem avisar. A Vovó Ivanilde falou que ela avisou bem de manhãnzinha e a Jussara falou que era tão cedo que ela nem lembou! Ai a Vovó Ivanilde falou a tá!
Ai a Jussara falou vc vai devolver o Artur, ou não?! e ela falou? vou! E a Jussara falou anda então! E a Ivanilde devolveu e aí a Mariana falou que ela queria ir ao parque brimcar e tomar um sorvertinho e a família saade e a a Ivanilde concordaram e a família Saade foi e tomaram um sorvetinho e foram embora para casa e fim!

Eu te amo papai!!!

sábado, 12 de março de 2011

Isso ainda vai virar um livro!

Conheci algumas pessoas que me disseram coisas do tipo: "Tenho tantas histórias, que daria para escrever um livro" Minha manicure, a querida Cleide é uma delas. Então pensei, que poderia ser bacana ler a história de uma manicure que as vezes é médica, conselheira sentimental, consultora da Avon, vendedora, costureira, telefonista, mediadora de pesquisa, e muuuuuiiiitas vezes psicologa! Este livro seria recheado de histórias engraçadas, leves e bem humoradas que nos divertem enquanto estamos fazendo nossas unhas.
Só que escrever um livro não é tarefa das mais fáceis, é preciso ter conhecimento técnico e vocabulário que ultrapasse a barreira do "tipo assim".
Quando eu era criança, pensava em ser escritora. Tudo bem que também cheguei a pensar em ser engenheira civil, mas escrever um livro era mais real. Cheguei a escrever um livro de princesas com seus lindos vestidos longos bordados de perolas. Depois fui crescendo, tendo outros sonhos e este ficou meio esquecido.
De tempos em tempos esta ideia aparece em minha cabeça. Como o mais difícil em qualquer projeto da vida adulta é começar, aqui estou eu praticando.
Talvez essa história ainda cresça e se torne um livro...